ESTUDO 11: Julgamento

ESTUDO 11: Julgamento
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Mateus 7:1-5 

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados.

Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?

Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu?

Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.”

QUANDO O FATO NÃO É FATO – JULGAR O OUTRO

Introdução: Quem nunca errou por julgamento de alguém ou de alguma coisa? Então chame do que quiser, fofoca, comentário, opinião etc. Medimos as pessoas por sua cor, time, religião, crenças políticas etc.

Julgar não é uma ilusão de ótica, quando se refere a uma imagem que mostra muito mais do que apenas o que vemos.

O que vejo é um fato? Fato é um acontecimento, uma ocorrência, episódio, situação etc. Mas fato pode ser também uma realidade, uma coisa real, verdadeira etc.

Jesus vive uma situação inusitada num banquete que ele foi convidado (Lucas 7:36-38). O que é real para Simão? E para os convidados? E para os discípulos? De que lado você estaria nesse episódio, quando essa mulher pecadora rouba a cena?

  1. JULGAR É MAIS QUE UMA OPINIÃO
  1. Julgo as pessoas pela minha cosmovisão da vida. Toda minha compreensão da vida. Ex.: O que é belo hoje em termos de beleza feminina? No passado a mulher gordinha era o padrão de beleza, basta ver as pinturas nos museus.
  2. Julgo pelas aparências. Deus reprovou as escolhas de Samuel do novo rei de Israel porque via somente as aparências dos irmãos de Davi (I Samuel 16:7).
  3. Julgo por meu entendimento. Paulo mostra a realidade do amadurecimento de sua compreensão e compara sua vida de imaturo com um homem maduro (I Coríntios 13:11).
  4. Simão julga a mulher, mas também julga a Jesus por sua postura quanto a ação da mulher.
  5. Os amigos de Jó também deram muitas opiniões sobre a deplorável situação de seus amigos.

 

  1. JULGAR MOSTRA MEU PECADO
  1. Cabelo solto para uma mulher era algo imoral. Como essa mulher tem a coragem de enxugar os pés de Jesus com seus cabelos?
  2. Beijo era um símbolo de hospitalidade.
  3. O julgamento traz rejeição, traz condenação, traz minha justiça.
  4. Não há justo na terra (Romanos 3:10-11).
  5. Quem era essa mulher para fazer o que fez?

 

  1. JULGAR TRAZ A MESMA MEDIDA
  1. A ordem é NÃO JULGUE! Mas se você julgar, não escapa de ser julgado também e usarão a mesma medida que você usou.
  2. Nossa balança tem duas medidas, mas Deus a condena! (Provérbios 20:10).
  3. Simão julgou e Jesus o repreende. Olha a viga no teu olho antes de ver o cisco no teu próximo.
  4. JULGAR PERTENCE SOMENTE A DEUS
  1. Não sou juiz de ninguém!
  2. Posso julgar as coisas, mas nunca as pessoas.
  3. O padrão divino é cheio da reta justiça de Deus e não aparência (João 7:24).
  4. Deus vai julgar os vivos e os mortos (Romanos 2:16).
  5. Vamos julgar com Ele somente, nunca fora desse padrão (I Coríntios 6:1-5; Deuteronômio 4:5-6).

Perguntas para discussão:

  1. Por que é tão difícil abandonarmos o pecado do julgamento do próximo?
  2. Como devo exercitar a reta justiça de Deus no meu julgamento das coisas?
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